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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Onde esta?

Onde esta?

Meu objetivo
Sem nenhum motivo
Escrever altivo
Para você sem corretivo
Sendo sensível com
Todo construtivismo
Querendo a união no
Meio dessa revolução
Separatismo
Sou par do socialismo
Algo que o existencialismo
Sartriano foi comunicativo!
Quero alvejar
Quero costurar
Quero amainar
Quero reinar
Quero saber
Onde esta?

Ulisses Reis®
11/08/2009

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Contestação

Contestação

Nunca foi vencida
Pois não havia fracasso
Só às vezes cansaço
Nos verbos não existia
Alguns que ela não queria
O medo a reconhecia
Mas como era diminuto
Com ela não podia
À noite ela fervia
O melhor conselho
Vamos brincar com fogo
Pois na cama ardia
Assim o desejo em chamas
Se esvaia
Deixando o corpo em êxtase
Mas acabava sozinha

Ulisses Reis®
26/11/2010
                                        

domingo, 28 de novembro de 2010

Acidental

Acidental

Esbarraram, olhares paixão
Parada inquietação
Morde os lábios
Divagação
Eu caminho, aproximação
Perto de mais, respiração
Feromônio, liberação
Nenhuma palavra, que situação
Pego tua mão. Mais tesão
Um café, você uma pintura
Te puxo, resiste
Medo do ladrão
Sim roubo teus beijos
Não me force
Há ser forte
Libertação
Roubo também
Batom
Vermelho coração
Tens de ir
Pois ele te espera
Não haverá outro dia
Então


Ulisses Reis®
11/08/2009

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Vocacional





Vocacional

Gosto de parecer tolo
Sou natural
Não tenho medo do sentimento
Sou emocional
Amo muito e lógico me envolvo
Amar é legal
Depois eu sofro
Viro germinal
Sempre serei ridículo
Espontâneo acidental
Sempre vou arriscar
Por isso às vezes amoral
Sei que serei famoso
Assim todo mundial
Caminho e respiro vida
Nada de anticoncepcional
Só é meu o que esta aqui
O par sempre livre e com astral
Com isso tenho vida, muito amor
E nada será perdido
Sou consoante e vocal


Ulisses Reis®
28/10/2009

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Mulher crua e nua

Mulher crua e nua

Ela vive nesta sociedade hipócrita e vazia
Ela tem que ser a santa perante todos
Principalmente durante o dia na velha igreja
Aquela judaico-cristão, castradora na América Latina
Que queimou bibliotecas e ensinamento em outros dias
Que queimo mais de 50 mil mulheres na Santa inquisição
Em nome de Deus, que isso não ensinou não
Ela tem esse papel, por boas razões
Mas na cama do seu macho e puta de fato
E lá tem direitos de fazer do sexo, arte com jeito
Ser a mãe da terra no altar pagã, ser a que germina
E dá vida ao homem, mas também pode usar o corpo
Conforme a fome, desejo, luxuria e a libido
Pois é Rainha e também quer e é bandida
Faz o que o homem pede, mas é ela que escolhe parceria
Nunca pense que conquistou uma mulher, algum dia
Foi à fêmea que sentiu cheiro de Lobo alfha
E deixou sinais e perfume, sedução e depois se deixa fazer
Mas ela que tem o poder

Ulisses Reis®
21/08/2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Volúpia

Volúpia

Seu jeito insano e com feitiço
Seu beijo de língua e aquoso
Seu seio pequeno e gostoso
Seu fogo intenso e orgulhoso
Seu amor quente e fogoso
Seu dorso caminho perigoso
Seu pescoço lindo sinuoso
Seu respirar forte ofegoso
Seu cabelo desarrumando minucioso
Sua libido grande pecaminosa
Seu calor cúmplice poderoso
Seu caráter essência prestimoso
Seu caminho mulher, é fabuloso

Ulisses Reis®
01/11/2009

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Omnipresença

Omnipresença

O tempo só nos faz navegar e sentir a diferença
Ai sim pode, ter e realizar a benquerença
Nada melhor depois da tempestade a convalescença
Eu sinto e sei que você nunca perdeu tua crença
Pois em tua volta e em mim não há descrença
Mesmo achando que habitava aqui indiferença
Nunca terá de mim um insulto ou malquerença
Nem preciso falar sei que tenho tua licença
Sou Lobo perdido e preciso da montanha, presença
Mas que isso nunca seja uma pena, sentença
Pois somos humanos e falhos, mas amamos desde
Nascença

Ulisses Reis®
09/12/2009

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Aguas Tímidas

Aguas Tímidas

Nada de poema sem leitura, você pode ser tímida
Mas este teu jeitinho é uma grande gostosura
Mexer com teu jeito e ter um presente, uma candura
Sonho a realizar concordo, mas não deixo essa aventura
Pois você é uma mulher belíssima e madura
Tem a menina-moça dentro e com muita fartura
E só olhar bem que vai ver que neste corpo sem censura
Tem o calor de lobinha que a qualquer momento
Vem arrasta e com esses lábios lindos e fervedura
Paixão tem que ser sem medo e muita brandura
Nos olhos carregados de azul é cor da minha cura
Essas madeixas loiras que coisa de musa, criatura
Mas lembremos sempre da timidez, coisa de formosura
De mulher capaz de fazer furacão, com um toque virar doçura
Ela tem esse jeitinho maravilhoso e dengo e é fervura
Daquela que desarmar e cria num homem fissura
E tem o ser que trata dos com lisura
Com essa mulher nada é pura mistura
Tem receita e caldo de amor e também ditadura
Mas nunca foi poesia inacabada, desde menininha
Foi sim prematura, quentura e muita envergadura
Para ir a luta e nunca desistir, tímida mas muito
Segura

Ulisses Reis®
20/12/2009

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Serestar





Serestar

Sou blues, jazz e rock
Estou romântico
Sou suave e sentimento
Estou apaixonado
Sou sincero ilusionista
Estou palavreando o que penso
Sou os meus sonhos
Estou dançando em movimento
Sou o que escuto
Estou subindo ao céu
Sou só angelical
Estou com Afrodite
Sou inocente ao toque
Estou queimando ao ver
Sou o teu querer
Estou longe ao poder
Sou começo do show
Estou sem dinheiro pra ir
Sou distorção da guitarra
Estou na ultima fila
Sou o choro da melodia
Estou fitando você
Sou solidão
Estou com a chave do dia
Sou hermético
Estou aberto
Sou você precisão
Estou sem direção
Sou teu sorriso querido
Estou nas coxas, ilusão
Sou frenético escritor
Estou palavras comendo
Sou saudades
Estou com muita vontade
Sou atrevido
Estou tímido e com medo
Sou esse rock louco
Estou violino solto
Sou promessa tua
Estou com fome me possua
Sou dicionário
Estou errante no mundo
Sou sem fim
Estou no começo de mim
Sou sofrimento atroz
Estou dividido
Sou filosofo psicólogo
Estou existencial
Sou xisto betuminoso
Estou petróleo cru
Sou arvore sem par
Estou deserto
Sou instrumento do universo
Estou com muito volume
Sou cego do ouvido
Estou sendo compreendido
Sou você sem mau entendido
Estou correndo perigo?
Sou destaque entre os homens
Estou quase banido
Sou dança do ventre
Estou em Minas Gerias
Sou Perdido no Espaço
Estou Bagdá Café
Sou índio Hopi
Estou no Tibet
Sou boa sorte
Estou com as palavras
Sou simplicidade
Estou matemática Quântica
Sou essa balada que toca
Estou Vanessa da Mata
Sou Pequeno Príncipe
Estou cativo a você
Sou impulso solto
Estou libriando
Sou verbo transitivo
Estou adjetivo
Sou literatura amada
Estou escrevendo dois livros
Sou muitas palavras
Estou sem saber parar
Sou continuo e múltiplo
Estou dançando verdade
Sou também Alex Galdino
Estou na 89FM
Sou muita criação
Estou pura ascensão
Sou petista de coração
Estou fugindo da politização
Sou o que escrevo
Estou te demonstrando
Sou Ulisses de nascimento
Estou Ulisses nesse momento

Ulisses Reis®
30/01/2008

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Éramos

Éramos


Esquecemos como somos
Não vivemos
Noturno, cansamos
Confusos, laçamos
O mundo que estamos
Pra manhã adiamos
Aos prantos, almoçamos
Imaginando olhamos
A intuição, ai vagamos
A desilusão, confortamos
Sente o corpo, abandonamos
E sutilmente fracassamos
Nossos sonhos, deixamos
E ai a vida, levamos
Assim envelhecemos
Depois choramos
Mas um dia, acabamos
E no fim morremos


Ulisses Reis®
24/01/2008

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Comunicação

Comunicação

Delírio na conversação
Muita atenção
Os erros fazem à falação
Pensar é a solução
Quando há contradição
Tua resposta, irritação
Voltar à concentração
Busco tua filiação
Com minha ação
Para nossa construção
Assim em formação
Teus olhos perdição
Tua voz combinação
Nem leu a oração
Não venha com destruição
Nem comece a distorção
Ai vem à vibração
Tem a decepção
Mas a anunciação
Com nossa disposição
E unção
Vamos à consagração
Unidos à realização
Proclamamos a ressurreição
Chegamos à consumação
Acabamos em ferveção
Numa só direção
Vamos à recreação
Juntamos toda nossa sublimação
E numa junção
No quarto, copulação
Sentimos a realização
Orgasmo e atração
Descanso e satisfação
Retomar a situação
Reiniciar com felação
Amanhecer com adoração
E mais união e fornicação

Ulisses Reis®
30/01/2008

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Par Feito





Par Feito


Sonho sem jeito com ela perfeito

Num amor quente e na cama proveito

Não só sexo, mas cumplicidade e jeito

Quero tudo que desejo às vezes sem respeito

Claro que nunca haverá preconceito

Meu amor cabe em ti direito

Não sou moço, sou soluço com defeito

Precisa sim ter amor não só no leito

Trago pra ti meu amor no peito

Quero ser teu e em ti perito

Assim meu sonho realizo, eu acredito


Ulisses Reis®


26/03/2008

domingo, 7 de novembro de 2010

Hidalgo III


Hidalgo III

A saudades é grande da minha inspiração
Ai viajei longe a te buscar, te situo com
Esses ícones que comigo sempre estão
Violeta Parra, como você buscou na musica
A recuperação e teve os Deuses do lado
Na hora da criação
Ao escrever você me remete a Simone
Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir
Nela sinto a liberdade e nos teus
Olhos o vôo do beija-flor moleque
Aquele que sempre faz você livre e
Aquece
Hidalgo solta e furacão, gosto de ti
Mistura de tudo que há e haverá de bom
Mulher-menina, travessa, sapeca e coração
Não deixa a saudades doer neste bobão
Vem me escreva da alma e com pés descalços no chão
Ou encostados no pára-brisa na tua eterna viagem
Assim como já te escrevi, você é:
Minha Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón
Igual a ti pintou com o interior, escolhia os homens
Sofreu decepções mas viveu, viveu, viveu
Edna Hidalgo também vive, vive, vive
A plenitude, e esse aqui resiste
Também é:
Bruna Patrizia Maria Teresa Romilda Lombardi
Pois na poesia as fantasias e as magoas
Sempre sabendo do Perigo do Dragão
Agora aqui o charme de sempre ser menina
Em atrevidas e diversas situações
Sabe ser atriz e mulherão, gostosa
Até fatal, se pede a ocasião
Mas tem ares de liberdade e grande paixão
Uma Karuna Thurman
Minha Hidalgo junto as Musas desse pobre e fã
Que senti às vezes um vácuo
Quando há meses nenhuma palavra
Vaza de suas emoções, me xingue
Vamos embriagar a garganta
Molhar alma com pingão
Mas deixa sair uma palavra
Mesmo que seja deixe-me quieta. . .

Ulisses Reis®
11/08/2009