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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Apple

Apple

Essas frutas que lhe caem na cabeça
E eu já lhe disse não deixe ninguém
Que não merece fazer-lhe de vadia
Não importa quanto tempo a fruta
Venha brilhando ou dizendo doente
Todos até o Pai sebe que é demente
Não seja mais tua própria delinqüente
Sem essa fruta, salve ouvido e os dentes!
Mas principalmente não ensine ela
Há ter vocabulário a tua altura, você vence!
Quando os teus olhos e pele faíscam
Para essa fruta sem sabor se desespera
Pois não pode admitir que você é a mulher
Que ela queria ser, principalmente na aparecia!
Pois só isso para uma fruta como a tal
Simplória nos argumentos tem valor
Mas não adiante sem intelecto e sem sal
Valorize e com todos os débeis finja
E eles não vão perceber, não a consciência!
São desprovidos de visão e querem
Somente sugar e lhe depreciar, mas agora!
Boca sedosa, Beijo delicioso você começou!
E não vai parar de acreditar você é melhor
Nenhuma fruta supera ou derrota, aprendeu!
Você morde tira o sumo e arrota essa Maça

Ulisses Reis®
25/11/2012

Para Patricia


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Chute o balde

Chute o balde

Aqui habita dentro desse corpinho lindo
Um ser poderoso e que pode desanimar
Mas que nunca vai deixar de ter luz
Que iluminar e vai ofuscar os que magoam
Não vai deixar de lado a luta, mesmo chorando
Sabe que tem um caminho longo e com pedras
Mas levanta a cabeça e mostra tua força
Se provocarem ela mostra as garras, te rasga
Os manipuladores ela desvenda e enfrenta
Enganada lagrimeja, mas não desmancha
E no olhar vai de hipnotizar e lhe mostrar
Que corpinho delgado e curvilíneo possui
A mente com argumentos e um intelecto
Que vai deixar o perdido interlocutor aflito
Pois ao discorrer não tem como deixar de ser
Mulher e ao começar a falar desce a ladeira
E não vai deixar você dizer e ela não perde
Pode se emocionar, com presença de espírito
E sentimento de fera que alimenta a prole
Não vai desistir de nada, é teu caminho e sina
E quem disse que os amigos não estão presentes
Que vêem como eu dizer que deve é reagir
Xingue e chute o balde, grite e agite e beba
Mas não seja nestas horas o reflexo do desanimo
Sei que pode estar cansada, respire e se arme
Prepare-se e não permita, mão engula a seco
Use teu olhar e a eles fulmine e derreta
Mas não se atreva, sumir e sair fora, nunca
Você é poderosa  e tudo pode os devore!

Ulisses Reis®
15/10/2012

Para NaNe


domingo, 7 de outubro de 2012

Doutorado Leal

Doutorado Leal

Não olhe assim com felina sedução
Com essas verdes íris me hipnotizastes
Com esse jeito de ar puro e brisa quente
Você sabe ser delicadamente ardente
E mesmo assim deliciosamente refrescante
Sei que vai dizer que é o olhar marginal
Desse poeta safado e delirante, errado!
Tu és o que eu vejo menina-mulher apimentada
E como não sentir e deslizar palavras nos lábios
Carnudos e rosados muitos beijos degustados
Com língua esquia  e aquosa pelos arrepiados
Não olhe assim de lado, no ouvido pecado
Sem pudor e conversa  reta e safada
Que olhar que fulmina os desejos com tesão
E uma fantasia bem feita e apurada, cuidado!
Você sabe ser mulher na essência policromado
E com a boca e carne macia é um belo chamado
Mas para realmente lhe fazer juízo só um tratado
Sim um estudo com o final, tese e um doutorado

Ulisses Reis®
07/10/2012


Para Vanda Leal


sábado, 15 de setembro de 2012

Boca saliente

Boca saliente

Essa tua boca que contem as palavras
Que fantasio e apossa-me da vontade
Deixa eu tocar uma vez e a paridade
Será revelada e a eróticidade exposta
Ela tem um que de fervente e acorrenta
Dela sai palavras e gemidos ardentes
E na ousadia que é muito saliente
Deixa lhe mostrar algo diferente
Que venha com parceiras e afloramento
Mas que você tenha entras as coxas
Minha língua elétrica e sorvente
Deslizando feito enguia e serpente
E a tua boca aguada e gerenciando gemido
Que cai no meu ouvido como hino libertino
E na ponta no teu clitóris eu tocando arruíno
As tuas vontades e desejos alucinantes
Desvairada se entrega e me consome delirante

Ulisses Reis®
10/12/2011

Para Deh 


domingo, 2 de setembro de 2012

Modificar

Modificar

Venha aqui e me traga um beijo
Deixe esse lado da mesa me beija
Desafia tua vida enlouqueça
Mas nunca esqueça sorria e beije
Mesmo que seja num breve momento
Desses de fantasia de noite adentro
Dance feito loba e feiticeira sem corrente
Pode sim no beijo cravar os dentes
Mostre tua fúria e tua força ardente
Desloque os sons no mais bravo vento
Não espere para sempre a calmaria
Ela nunca existiu só com ave Maria
Mesmo assim um segundo depois som
De relâmpagos e trovoes tudo ao chão
Sem nenhum pudor, deitados no colchão
Deixando unhas marcarem até o coração
Muda de mesa agora veja outra opinião
Calado não podes ficar grite até cegar
Deixe os outros pensarem até duvidarem
Mas não perca tempo em explicar, mude
Sim fique sem falar, olhe em outra direção
Vá pela contra mão da maldade e se iluda
Seja um passaro que não sabe voar

Ulisses Reis®
27/08/2012

Para Eu


domingo, 26 de agosto de 2012

Pedaço de Pecado

Pedaço de Pecado

Não importa os teus caminhos
O que importa eu lhe dar carinhos
Não importa quem você encanta com lábios
O que importa e deixa teus dias coloridos
Não importa que cama faz ninho
O que importa que aqui tem teu menino
Não importa que te achem a gostosa vadia
O que importa que você é poesia com ousadia
Não importa os encontros errados
O que importa que amo, os teus pecados
Não importa a distancia e a solidão
O que importa tua essência é algodão
Não importa dos outros a opinião
O que importa que você pensa
E é uma mulher maravilhosa e intensa

Ulisses Reis®
17/07/2012



sábado, 14 de julho de 2012

Poetisa da flor

Poetisa da flor

Então saiba que atinge
Não só a minha’lma
Mas no peito o sabor
De ter aqui a poetisa
Loira, criativa e altiva
Agora que nos encontramos
Vamos juntar palavras
E fazer fluir a poesia
Mesmo que alguns não leiam
Outros o farão com gosto
E assim ludicamente
Os nossos olhos brilham
E a cada comentário
A inspiração é o alento

Ulisses Reis®
27/06/2011



terça-feira, 3 de julho de 2012

Tuas mãos

Tuas mãos

Você é vento e se reinventa
No mar ou no horizonte
Tu és num instante quente
Teu tecido, pitada de diabo
Vermelho de paixão e tesão
Não quero mais imagens
Mas sim te ver com meus olhos
De ângulos retos, obtusos e oblíquos
Pois notar que você é diferente
A cada instante que pensa difusamente
E assim com cara de marginal
Ser impar seu amigo animal
Sentir que esse lápis nos olhos
Combina com piercing no umbigo
E te degustar por inteira, a luxuria
E nos beijos sentir unir desejos
Lua no céu e teso na cama
Crime nesta hora não é paixão
É falta de companheirismo
Venha seja cúmplice também
Com a suavidade das tuas mãos

Ulisses Reis®
07/02/2010




domingo, 24 de junho de 2012

Carinho Borboleta


Carinho Borboleta

É preciso saber falar
É preciso mais conteúdo
É preciso você comigo
É preciso ouvir o nada
É preciso mais unidade
É preciso se dedicar
É preciso sempre despertar
É preciso preencher o vazio
É preciso a arte dos mudos
É preciso lhe adivinhar
É preciso matar saudades
É preciso ter muita manhã
É preciso café na cama
É preciso te carinhar
É preciso saber beijar
É preciso saber calar . . .

Ulisses Reis®
15/05/2011

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Loira Colombina II

Loira Colombina II

Ela é um misto de afro-americanismo
Tem o que Junguiano saborosa
Envolve a todos que conquista
Dizem que ela é muito viva, mil modos
Mil jeito de apresentação, forte ou fraca
Ela corta tua existência como uma faca
Ela é chamada de vaca, nos bares a noite
Sempre procurada por muitos, afaga
Dilui os medos, cria poderes, enlouquece
Não é fácil esquecê-la, ou mesmo resolvê-la
Fascina os homens e as mulheres destrói
Pois não quer concorrência é atroz
Voa como libélula, e assim te seduz
Deixa a alma de seus amantes nua
Intima de Freud e Fliess com eles
Essa gostosa de muitas cores foi
Sempre muito luxuriante e divina
Ela é quase uma potente musa

Ulisses Reis®
04/02/2011



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Som


Som

Deixe me rir
Quero sorrir
E lhe falar
Quero contigo
Ver nascer
O sol
Ao amanhecer
Ouvir cachoeira
Rio descendo
Amoreira
Sem perguntar
O que, que há
Nem que for
Só para correr
Ai eu posso me
Encontrar

Ulisses Reis®
25/10/2010

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Açúcar e Canela

Açúcar e Canela

Se não me toca o coração
Não a muito sentido na vida
E digo isso sem que envolva
Contato e carne, e sim paixão
Pelas belas coisas que vejo
Os sabores que não esqueço
A memória visual do olhar
Aquele que se pronuncia
Que vem de dentro e faz magia
Nos deixa leve e feliz
Que acolhe e nos serve afago
Acaricia a alma e da um sorriso
E disso que sempre preciso
Coisa simples, manga doce
Pão caseiro e café feito agora
Aroma delicioso, feitiço de mãe
Bolinho de chuva, açúcar e canela
O que da sentido a vida

Ulisses Reis®
14/02/2011


terça-feira, 29 de maio de 2012

Ele eu

Ele eu


Ele é o arquiteto

Eu a tinta de todo o teto

Pedreiro de angular tristeza

Eu instrumento do nada sem

Beleza

Ele artífice do jardim

Eu em solidão sem fim

Na arte de rosas e orquídeas

Eu sem olfato e amoreiras

Ele com amores esplendido

Eu nu perdido esperneio

Ele conduz a multidão voraz

Eu passivo preso aqui mordaz

Ele pacificador herói

Eu marginal que se correi

Ele se encontra e eleva

Eu sonho e desprezo

Ele reconstrói todo instante

Eu não consigo o bastante

Ele é eu no espelho

Eu sou ele em pelo


Ulisses Reis®

19/12/2008


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Nerudada

Nerudada

Gosto da tua boca afogada
Na minha, feito união sintética
E escuto teu sussurrar lá dentro
Dizendo que nada nos afeta
E na cegueira do beijo certo
Abro a boca e fecho os olhos
Assim sinto fluir a sinergia
E com a alma em felicidade plena
Salto em vôo sem destino
Pois você acaba de virar o meu tino
E no cume dos sentidos lua cheia
E na beira do abismo flecha e arqueiro
Se unem como cintilantes flâmulas
Ao vento no topo do Nepal
Sou eu voz e o próprio silencio
Que grita mudo com os meus poderes
E você minha luz distante ilumina
Algo como caminho a seguir
Então deixo o sexto sentido nos reunir
De forma muito firme e contundente
Gosto da tua boca afogada
Porque esta junta a minha
Sussurrando palavras para sempre

Ulisses Reis®
26/09/2011


Para DanAngel

terça-feira, 15 de maio de 2012

Loira Colombina III

Loira Colombina III

Ela não domina totalmente
Mas faz de mim um instrumento
Onde usa e se faz presente na mente
A Loira que a muito, é colada
Respira comigo e me deixa acordado
Nas viagens achei que seria loucura
Que nada só fica beijando minha alma
Sei que com ela é fuga, mas consciente
Será que estou errado na forma
Devia ser mais esperto e deixá-la
Totalmente do lado de fora da vida
Mas ela é tão linda e caliente
Que sempre se mostra gostosa
Na visão ela é veneno ardente
Mas facilmente vem e me deixa bem
Sei que não devia deixar ela se mostrar
Mas como um ser quase onipresente
Vem ou eu vou buscá-la
Nunca esta longe, decidi usá-la

Ulisses Reis®
08/10/2011

LC


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Deixando

Deixando

Como vai amar, deslizando ao mar
Que jeito que você quer esse teu mar
Com teus braços apertando e fascinar
Com maneiras de mulher sempre impar
Me olhando e encantando isso é facilitar
Nas doces palavras dos lábios a falar
Arrepiada de tesão e com sentimentos
Sendo enlouquecida e atrevida, cantar
Como sereia que é, fustigar e elaborar
Um jeitinho mais mágico de se aproximar
Venha agora como a mais deslumbrante
Sim venha como uma e a única estrela do mar
Com cores em nuances azuis me hipnotizar
Com esse teu mais delicioso olhar, azular
Traga teu mais poderoso e lúdico veneno
Faça-me deixar de parado estar, mexa comigo
Seja atropelante e cause furor, traga os pecados
Mais aquele mais escondido e entrelaçados
Então como vai amar, com jeito de feiticeira azul
Que num simples olhar me derrubar na areia
E cai com a boca na minha e sufoca ao beijar

Ulisses Reis®
23/02/2012

Para Kity Araújo


terça-feira, 1 de maio de 2012

Pura seda

Pura seda

Loirinha com carinho e gentileza
Venho eu aqui exaltar e deixar
Minha visão de uma mulher intensa
Que tem em tudo muita simpatia
E não se vê como é bela e encantadora
Mas saiba que todos que conhecem
Sabem que tu és maravilhosa e febril
Tem tudo que um ser especial precisa
Inteligência e capacidade de discorrer
Então faça da tua energia prosperidade
Pois você esta na melhor idade
Tens a maternidade que lhe trás força
E a responsabilidade pelos teus cativos
Seja loba alfa, não deixe os betas pertos!
Pois você é de outro patamar, não desça!
Traga os outros para cima com tua luz
Sem falar nos teus atributos sinuosos
Esses lábios são seda pura belíssimos
Neles o carinho e afogar-se nos beijos

Ulisses Reis®
28/04/2012

Para Pecc


domingo, 22 de abril de 2012

Corpo e nua

Corpo e nua

Essa prende de longas madeixas negras
E um olhar forte constante desfila
Num vestido fino e de botões
E dentro um corpo de prenda flutua
E a deixa com as curvas esta nua
Faz a imaginação ser a mão e o tato
Desenhando com os dedos as ancas
Enquanto respira na boca arcanjo
Que caído lambe os lábios e prende
Com força o corpo delgado essa prenda
E faz arfar e sentir o tecido pele crua
E iluminados somente pela nossa lua
Então venha a mim e o beijo continua

Ulisses Reis®
22/04/2012

Para Mari Rezi 


terça-feira, 17 de abril de 2012

Saborosas

Saborosas

Tenho saudades dos poemas
Da felicidade de lhe ver
E saber que sabe muito bem
Viver
E ao escrever revela tudo
O que te habita na essência
Assim venho lhe deixar
Tudo de melhor num desejo
Que continue a inspiração
A te espreitar e reinar
Assim que o vento lhe beije
Mesmo que seja no meu lugar
Então saberemos que o alento
Vem para ti como balsamo
Eficaz e deixar-te feliz
Pois sabe bem que é mulher
Com dengo e as letras saborosas

Ulisses Reis®
03/10/2011



quinta-feira, 5 de abril de 2012

Iracema & Moema

Iracema & Moema

Mas somente eu farei perguntas
Onde se esconde com madeixas negras
Essa Mulher inteira e resolvida
Que vem e sabe que esta de bem
Não só com a vida, mas com o Universo!
Também mãe e amiga, mas deslumbrante
Como uma luxuriante amante
E a tua cumplicidade revela sabedoria
Que vão além dessa deusa bela
Pois sendo você parceira e guerreira
Coloca fogo em qualquer um e no par
Mas não Bota-Fogo, por favor,
Em São Paulo aqui sou tricolor
Mas na mistura das tuas cores
Sei muito bem que tem pimenta
Nos lábios e trás contigo sabores
Sei muito bem que o sentimento é raiz
Em ti isso é de muito valor e faz ferver
Também sou de feeling associado
E compreendo você linda e faceira
Mas te vejo é realmente feiticeira
Que com cabelos de Iracema
E o corpo de Moema

Ulisses Reis®
23/03/2012



quarta-feira, 7 de março de 2012

Parede

Parede

Onde a pele roça fogueira
De costas sobe na parede
Como Loba vadia matreira
Num parto intenso orgástico
Na face lânguida os sentidos
De quem oculta meu falo
E desfolhando o rabo geme
E assim torturando lentidão
Mas você delicia bunda íngreme
Onde trepo e nos lábios beijos
E nos seios mamilos tesos
Quando beijo chupa língua
Tua boca seca vislumbra
E tuas curvas cheias presente
E nossos corpos unidos penumbra
E tudo esta parado, mas é ardente!
O tempo não passa neste ambiente
Assim sentimos a chegada à luz
Grudados na parede unidos
Você desde de sempre me seduz

Ulisses Reis®
02/03/2012

Para LOBA

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Star in red

Star in red

Não só a mim, mas todos os arcanjos
Ela assim vem e converte e derrete
Tira a esperança de sanidade e santidade
Não espera resposta vem e atiça o coração
Faz o olhar parecer ferver as emoções
Com a fixação sem interrompimento
Ela estica a luz do universo em comprimento
Fazendo uma brincadeira com Einstein
E sufocando cada olhada e iluminando a boca
Com beijos bem demorados loucamente dados
Faz os sentido mistura de núcleos em fusão
Ela não é TNT, mas sim pura fusão nuclear
Aglutina alelos na genética dos sabores
Com esse olhar despenca cada anjo bobo
Que no descuido ousou vislumbrar
Essa Start sem se vigiar, caiu no olhar
Nada mais vai lhe salvar, o coração domina
E você fica no lugar onde ela alucina
Te vigia mesmo estando de longe, anjo não vacila
Aqui ela é adrenalina e também penicilina
Ela ferve com um toque e nunca te cura
Esta preso a esses olhos que sempre me fascinam

Ulisses Reis®
19/01/2012

Para Donna Bella Start
(XXIII da Serie 05 de outubro)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Conjunção Solar

Conjunção Solar

Na minha boca o sabor nas tuas coxas, ardor
E você que tem esse lindo sorriso com valor
E eu desço pelo seu dorso e tenho calor
E faço não só o corpo arrepiar, mas sim voar
Não só no pensamento, mas também com o tato
Assim eu te faço sentir o começo nos abraços
Onde senti que estou feliz e serei atrevido
No enlace de corpos num único pequeno espaço
Onde unidos teremos uma só unção, pura conjunção
E assim venho a ti reclamar orgasmos e arfares
Agora o Sol brilha sorridente e tuas curvas ardentes
E como uma mulher inteira e feiticeira, venha festeira
Pois neste momento somos como seres faceiros
E aqui tem em mim um cúmplice não mais forasteiro

Ulisses Reis®
17/01/2012

Para Sol Montosa