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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Morta

Morta

Vem me toca com mão meu rosto
Preciso hoje sentir o calor e afago
Estou aos poucos desistindo de tudo
Sei que vou e como um balão, apago
Vou ficar a esmo flutuando sem casa
E nesta moradia sem mais causa
Aos poucos deixo e devagar repouso
Mas fico pensando em que poderia
Eu ter feito naquele delicioso dia
Serei a esquerda a direção ou o sentido
Ali no momento mágico e devido
Fiquei sobre meu próprio corpo
E ele era inerte e totalmente aturdido
Não havia ferimento só ruim sentimento
De tempo muito perdido e violação
Do mais sagrado templo meu corpo
Agora o deixo devagar com preguiça
Não quero mais do que muito desperdiço
Nos beijos loucos e muito atrevidos
Na moço morta e linda adormecida

Ulisses Reis®
25/10/2011

Eu

3 comentários:

Rosa Mattos disse...

As palavras densas, somadas a esta imagem estupenda, causam um leve tremor...no leitor.

*boa semana/!

urban butterfly disse...

Eu amo quadros do céu! Este quadro é tão belo e parece-se uma pintura!

Escarlatte disse...

Me abraça so mais uma vez assim, sim?! Talvez eu seja gulosa e queira mais um abraço desses.