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domingo, 3 de outubro de 2010

Tranqüilidade


Tranqüilidade

Um ato uma bravata
Amar ao meu ver
Não é ceder mesmo
Sentir não é anular
Nele pode haver
Brincadeiras nunca
Asneiras
Descalça e pé no chão
No coração desejo
E muito tesão
Partilhar e ter união
Te leio e te dou vazão
Não com ira, mas juízo
Assim vai se o não bom
E fica lucidez e razão
Circunde a si mesma
E vira a esquina
É bom sair da escuridão
E era uma vez a rejeição

Ulisses Reis®
06/08/2010

Para Helô

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