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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Poemar


Poemar

É que poeta depende de muito
Do sentimento dele e alheio
Da florada do ipê, da chuva
Do sorriso da menina
Da leoa e da própria juba
Poeta é sempre louco e rouco
Tem pouco é roto
Então você sente falta do poeta
Mas é culpa da situação do Euro
Talvez a mudança dos fatos
Traga o poeta de volta num retrato
Ou você agite e seja Musa de um louco
Não sou o poeta, mas você mexeu
Adoro também os poetas
Que descreveu ao longo
Ouvi meu coração e me prolongo
Então linda que reclamou
Aqui estou

Ulisses Reis®
04/04/2011

3 comentários:

DARK disse...

Essa é uma das imagens mais bela que já vi, não me pergunte o porque, pois eu Não saberei explicar.

DARK

DARK disse...

Realmente não conhecia o autor de tão belo trabalho (afinal cheguei a pensar que era alguma montagem de fotoshop), mas ja havia visto muitas outra imagens e como sou um tanto distraída nunca parei para observar o responsável. Achei explendido dar uma espiadinha em outras obras. E agradeço pela a sua informação. Mas eu confesse que esta em particular é a mais encantadora , fizeste ótima escolha.
DARK

Marly Bastos in "palavreados ao vento" disse...

Ulisses,
O poeta depende das fantasias e sonhos. Ele depende de tudo e de ninguém. Seu versos são verdadeiros e atuais, retratando os seus sentimentos e sua visão.
Obrigada pela visita e o mimo em forma de poesia, sinto-me imensamente feliz. De core, obrigada e claro sigo-te.